30 de maio de 2009

Bar James

Recentemente fui ao Bar James numa quarta-feira (costumava ir aos sábados, mas tento evitar ultimamente, explicarei o motivo adiante). A quarta é interessante porque tem o double drink das 21h às 24h. Seria interessante também pelo tema "Quarta Rock", mas infelizmente não há nada de rock, a começar pela falsa pluralidade do gênero, e depois porque de fato, não toca nada que possa minimamente ser considerado rock.

Enfim, contratempos musicais não são obstáculos para quem já sabe o que está sujeito a ouvir na "Quarta Rock" do Bar James (britney , madonna, justin, killers(?), e qualquer outra bandinha ou cantorzinho cool da contemporaneidade que toca todos os dias no bar). Obviamente que tamanha "diversidade" musical atrai também uma grande diversidade de frequentadores, em geral gente escandalosa (mas que preferem os sábados, aí começam os motivos do meu desinteresse).

O sábado é bem característico no James, o povinho moderninho "adora" e não pode perder um. Não assumem também dizer que prefeririam estar em outro lugar, afinal somente ali serão vistos. O mais incrível, é que mesmo com o grande cerco dos seguranças na entrada pedindo RG pra todo mundo, ao menos 40% do públido (jogando baixo) é constituído por menores.
Isso é mais comum aos sábados, pois nas quartas por exemplo, as crianças não podem ir pois têm aula na quinta de manhã.

Falando em sábado, de uns tempos pra cá o James tem estado insuportavelmente lotado aos finais de semana (isso foi claramente percebido após a reforma que serviu somente para tonar o bar mais quente e ruidoso). Provavelmente houve alguma divulgação externa (digo, fora do meiozinho alternativo cool), pois é evidente que as pessoas que têm ido ao bar são oriundas de lugares como Studio 1001, New SPM etc.

Como sempre, nada contra ninguém, mesmo com gente de regata e nike shox por perto eu consigo me divertir. Mas, tenho evitado ir. Se eu fosse você, bem, ainda há esperança na quarta.

Serviço:

Rua Vicente Machado, 894 / 3322-2142 / www.barjames.com.br

25 de maio de 2009

VU Bar

Não tenho dúvida alguma de que o VU Bar é um dos melhores lugares para se frequentar na noite curitibana. Espaço relativamente pequeno (intimista nas palavras de Zé Carlos) mas fascinantemente aconchegante.

Em geral quando é cobrado entrada, a mesma é revertida em consumação no bar (o que na minha opinião deveria acontecer em todos os bares). Sempre com discotecagens de qualidade e variadas (o Zé sempre dá oportunidade para quem está querendo arriscar nesta carreira de DJ), encontramo-nos em um agradável ambiente para conversar e até mesmo dançar se for de nosso gosto.

O encantamento pelo lugar começa já na entrada, sendo esta uma escada que nos leva ao "porão", que é o bar. Balcão amplo, possibilitando até mesmo uma noite "solitária" sentado lá. Para quem vai com os amigos a opção ideal é escolher uma das mesas (que podem ser ao lado da pista ou até mesmo do lado "de fora" do bar).

Geralmente nas sextas e nos sábados acontecem as pistas de dança, e mesmo com as mesas por perto, ninguém se sentirá incomodado.

Lembrando também que é um ótimo lugar para se comer Batata Suíça, além de poder contemplar drinks "experimentais" algumas vezes.

PS: Zé Carlos é o proprietário do bar

Serviço:

Endereço: Manoel Ribas, 146 - Mercês (Em frente ao prédio da Telepar)
Telefone: (41) 3323-1021 / 9695-8883

24 de maio de 2009

Wonka bar

Um lugar realmente ruim para sair à noite em Curitiba é o Wonka bar. É mal localizado e nunca tem um preço definido de entrada. Uma vez lá dentro, você contará com vários ambientes (todos muito mal projetados, pois mesmo que o bar tenha uma grande área, a impressão que se tem é que qualquer lugar lá é apertado. Como o teto do "porão" que propicia um maravilhoso desconforto e abafamento).

As bebidas são caras (ex: "pinga" Rapa Nui por R$7,00/dose) e o atendimento é convenientemente demorado (certo, isso não é restrito ao Wonka). Não deixando é claro de mencionar a proprietária que parece ter como prazer pessoal arrumar confusão com casais alheios e expulsar transgêneros.

O lugar é geralmente frequentado por (pseudo) indies e também pela "galera da facú" que ouve falar do bar e não pode deixar de conferir as bizarrices potenciais de lá.

Geralmente o som "alternativo" é um dos atrativos da casa (explicando assim a presença dos pseudos). Mas também conta com um Jazz fundo de quintal e MPB massacrada em alguns dias.

Serviço:

Rua Trajano Reis, 326 - São Francisco