Um dia eu falo tudo o que eu penso:
31 de março de 2010
29 de março de 2010
Incongruência
Faz tempo que eu li uma crônica de Inácio de Loyola Brandão sobre a fábula do homem errado,
e me deu vontade hoje, lembrando do tema do homem que só usava um surrado terno cinza, de enxertar algumas conclusões próprias nestes tempos de cólera, escândalos e pouca vergonha.
e me deu vontade hoje, lembrando do tema do homem que só usava um surrado terno cinza, de enxertar algumas conclusões próprias nestes tempos de cólera, escândalos e pouca vergonha.
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20 de dezembro de 2009
Stand Up Comedy, o palhaço é você
Ao abrir a Gazeta do Povo deste domingo, me deparei com uma extensa matéria sobre Stand Up Comedy.
Minha nossa... Esta matéria não é real, é?
É possível mesmo, um jornalista (que deveria ser um humano minimamente racional) escrever esta vangloriação da ignorância?
Bem, aqui em Curitiba nós sabemos como esta onda toda começou: Diogo Portugal, "o cara mais engraçado do universo", tinha seus parentes da mais inútil politicagem da cultura azeda das rainhas (Clotário Portugal que foi governador do Paraná, por exemplo, era seu avô) decide investir na melhor profissão de todas: "ARTISTA".
Personagens que representam os mais "puros" estereótipos que surgem de análises preconceituosas, modos de falar caracteríscos para marcar sua existência (que pela simples imagem não é o suficiente para demonstrar que existe alguém ali) e o pior de tudo são as piadas infames que todo mundo já conhece, e quando você ouve não consegue rir nem por piedade (ainda mais de alguém que se julga engraçado).
Minha nossa... Esta matéria não é real, é?
É possível mesmo, um jornalista (que deveria ser um humano minimamente racional) escrever esta vangloriação da ignorância?
Bem, aqui em Curitiba nós sabemos como esta onda toda começou: Diogo Portugal, "o cara mais engraçado do universo", tinha seus parentes da mais inútil politicagem da cultura azeda das rainhas (Clotário Portugal que foi governador do Paraná, por exemplo, era seu avô) decide investir na melhor profissão de todas: "ARTISTA".
Personagens que representam os mais "puros" estereótipos que surgem de análises preconceituosas, modos de falar caracteríscos para marcar sua existência (que pela simples imagem não é o suficiente para demonstrar que existe alguém ali) e o pior de tudo são as piadas infames que todo mundo já conhece, e quando você ouve não consegue rir nem por piedade (ainda mais de alguém que se julga engraçado).
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